mundo, seguidos pelo Expresso Tiradentes de São Paulo e as outras linhas BRT da capital paranaense classificados entre um BRT Gold e Silver, respectivamente.
Traduzindo, em São Paulo o único sistema a ser citado no ranking foi o antigo fura-fila.
Sistemas como o da Metra, na região metropolitana de São Paulo, Metrobus de Goiânia e os próprios corredores de SP, que nada mais são que faixas preferenciais à esquerda, sequer aparecem na listagem.
O Expresso Tiradentes surgiu como projeto de um Veículo Leve sobre Pneus em 1997, como carro-chefe de campanha do então prefeito Celso Pitta. Sua operação seria semelhante ao que é hoje, com a diferença de que seriam utilizados veículos guiados por trilhos, além dos pneus e o transporte seria feito através de trólebus articulados e biarticulados.
Atualmente, o corredor é operado pela empresa Via Sul Transportes Urbanos, concessionária da área 5 do sistema interligado do município e possui 3 linhas, ligando todas o centro de São Paulo, entre o Terminal Mercado ( ao lado do Parque Dom Pedro ), até o Terminal Sacomã, Metrô Vila Prudente ( região sudeste ) e o bairro de São Mateus ( região leste ).
Cabe ao governo agora enxergar que além das faixas preferenciais, que já tem um resultado plenamente satisfatório, a viabilidade técnica da implantação de um sistema BRT como alternativa ou percorrendo novos caminhos em detrimento do já saturado transporte sobre trilhos.
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Adesivo de certificação em um dos veículos do Expresso Tiradentes. Foto de Anderson Rocha. |